Arquitetura solar: quais são os seus benefícios?

Arquitetura solar: quais são os seus benefícios?

A sustentabilidade é uma pauta que vem ganhando notoriedade no mundo corporativo, isso porque as empresas e profissionais de alto desempenho notaram que é fundamental dispor de métodos como a arquitetura solar para desacelerar os impactos ambientais negativos.

Há décadas atrás, os cientistas ressaltaram que é essencial desacelerar o ritmo a nível mundial no que tange ao desmatamento e emissão de gases poluentes. Isso pois, boa parte dos recursos utilizados pela humanidade são naturais e não renováveis.

Em outras palavras, isso significa que para a cadeia produtiva de portão de ferro tubular, são usados recursos cuja fonte é a própria natureza. Tais recursos são produzidos pelo ambiente e dispensam o auxílio de mão de obra humana.

A problemática não surge somente com o uso dos recursos naturais, mas sim com o consumo e produção excessivos.

Em adição, pode-se ressaltar a explosão demográfica nos últimos anos, como consequência direta do aumento das taxas de natalidade e ainda da qualidade de vida da população mundial.

O cenário corrobora para a discrepância encontrada nas relações de oferta e demanda, exigindo que as organizações e fábricas passem a produzir desenfreadamente para atender o volume populacional consumista.

Apesar desse cenário que requer produções em grande escala, o meio ambiente precisa ser tratado adequadamente, ou seja, novos mecanismos devem ser desenvolvidos para garantir a existência humana no longo e longuíssimo prazo.

Iniciativas como o serviço de limpeza de terreno ajudam a manter a qualidade e respeito para com a natureza. Mas ainda existem métodos acerca da produção em grande escala e o consumo desenfreado que precisam ser implementados.

Por isso, a arquitetura solar apresenta-se como uma solução a médio e longo prazo para a discussão do consumo abusivo de recursos naturais e não renováveis.

Entenda o que é arquitetura solar

Entende-se por arquitetura solar o procedimento que consiste na captação, armazenamento e distribuição de energia fotovoltaica, isto é, a captação e armazenamento de luz solar para posterior conversão em fonte de energia.

A estrutura deste mecanismo se dá pela combinação de paredes opacas e transparentes, considerando ainda a massa térmica da construção e a circulação do ar. É necessário ter em mente também os impactos do clima local.

Pode-se notar instalações de placas fotovoltaicas em telhados de imóveis com o apoio de estruturas metálicas fixadas com peças injetadas. A estrutura se estende do telhado até o chão da propriedade para uma melhor fixação.

No Brasil, a solução em pauta está em pleno desenvolvimento, considerando que os estudos que premeditaram a arquitetura solar foram realizados em países com estrutura acadêmica e tecnológica mais firme.

Ou seja, em países como a Austrália, dotado de recursos e iniciativas acadêmicas para o descobrimento de novas soluções, o uso de energia solar nas propriedades é amplamente comum.

Por outro lado, em países como o Brasil, pode-se afirmar que o processo de implementação desse tipo de energia é complexo, dada a diversidade climática na região e avaliando também a desigualdade social.

Desse modo, o comum na realidade brasileira, é encontrar projetos de arquitetura solar com rede de proteção, pois a instalação do sistema caracteriza-se como item adicional de projetos arquitetônicos, inclusive feitos posteriormente.

Na construção civil no que tange aos projetos corporativos, há uma alternativa, que embora vista com menor frequência, vem recebendo destaque.

Trata-se do BIPV, em inglês, Building-Integrated Photovoltaics ou apenas Sistemas Fotovoltaicos Integrados aos Edifícios, como é conhecido no Brasil. Essa solução conta com a energia solar presente e elaborada no projeto arquitetônico como um todo.

Entenda a importância dessa tendência

O apelo feito por cientistas, organizações internacionais e defensores da causa ambiental, é que a população foque na diminuição de gastos com energia elétrica. Um exemplo desse cenário, são as companhias elétricas fomentando a economia de energia no país.

Indo ao encontro do apelo feito, o principal objetivo da arquitetura solar é diminuir o uso de fontes de energia não renováveis, como a combustão de fósseis e combustíveis, usando a energia solar na produção de eletricidade.

Dados obtidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que os níveis de emissão de gases poluentes ao redor do mundo atingiram uma situação gravíssima, e por esse motivo, medidas como o Protocolo de Kyoto foram tomadas.

A recomendação é que os países inovem as fontes de energia, substituindo-as por recursos não esgotáveis ou renováveis. Afinal, ao lidar com o consumo desenfreado e a exploração excessiva, o meio ambiente é prejudicado.

A arquitetura solar é uma tendência dentro da pauta de sustentabilidade, que por si só possui impactos importantes tanto para as organizações quanto para a sociedade civil. 

Nos últimos anos, o mundo testemunhou acontecimentos marcantes relacionados à natureza, como desastres ambientais, escassez de água, apagões e quedas de energia, incêndios de florestas, desmatamento e pandemias.

Em concordância com a afirmação de cientistas, tais fatos foram motivados principalmente pela ação nociva do homem na natureza, seja pela falta de consciência no consumo ou por maus hábitos, como jogar lixo no chão.

Dado o cenário, pode-se afirmar que é crucial o desenvolvimento de novos métodos produtivos para esquadria de alumínio preta, ou demais produtos que englobam o uso de recursos não renováveis.

Em adição, cabe à sociedade civil estar atenta para o uso indevido de água e energia, sendo crucial focar no consumo consciente.

O conceito do BIPV promove assertividade maior no escopo de economia de energia, sabendo que a funcionalidade é implementada através da arquitetura integrada, abrangendo nesse sentido o sistema de energia solar e o empreendimento.

Algumas funcionalidades proporcionadas pelos Sistemas Fotovoltaicos Integrados aos Edifícios podem ser destacadas, como:

  • Isolamento térmico;
  • Cobertura contra chuvas e raios solares;
  • Alternativa sustentável para projetos;
  • Criação de sombras para algumas áreas.

Essas são algumas das aplicabilidades do BIPV e que inclusive abraçam as iniciativas propostas pela Organização das Nações Unidas e as pautas em discussão entre os principais atores do tema de meio ambiente.

Portanto, a arquitetura solar é a expressão do interesse científico, empresarial e da população em adquirir boas práticas para com o meio ambiente, fomentando o consumo consciente e a inovação de recursos.

Luz solar e seus impactos na arquitetura

A presença da luz solar nos imóveis e empresas é variável, esse fato acontece devido ao posicionamento de uma construção em função do sol. Aliás, a orientação de profissionais em arquitetura é que haja o máximo de aproveitamento solar possível nos projetos.

Cabe enfatizar que aspectos como os pontos cardeais devem ser observados previamente à construção de imóveis. Estes são conhecidos como os pontos Norte, Sul, Leste e Oeste que determinam a posição e a movimentação do sol.

A luz solar gera uma série de benefícios, auxiliando na produção da vitamina D no corpo e ajudando no combate de doenças como a depressão. Por esse motivo, durante projetos de franquias construção, os idealizadores preferem estar à favor da luz solar.

Não obstante, a trajetória do sol influencia no conforto térmico das construções e interfere na qualidade de vida dos moradores ou frequentadores do ambiente. 

Analisando o contexto brasileiro, é possível notar que a luz solar varia conforme as regiões do país, isso porque o Brasil é rico em diversidades naturais, de acordo com a localização em relação a linha do Equador.

Na prática, as regiões que são mais próximas da Linha do Equador, possuem mais estabilidade sobre a luz solar, o que equivale às regiões Norte e Nordeste. Já as demais, precisam lidar com a instabilidade da luz.

Assim, vislumbrando promover a construção de ambientes agradáveis e em conformidade com a pauta de sustentabilidade, é preciso estar atento para os materiais utilizados como a pedra construção e ainda averiguar o posicionamento solar.

Por quê adotar arquitetura solar nos projetos?

Ao observar as discussões entre os organismos internacionais, pode-se afirmar que a preocupação com o meio ambiente tem recebido notoriedade a nível mundial.

Por terem características mais fortes, os países desenvolvidos já implementaram inovações que visam o consumo consciente, seja em projetos de construção ou mesmo em ações diversas, como o polimento de metal.

Com a finalidade de atender as demandas nacionais e internacionais, implementar a arquitetura solar nos projetos é essencial, agregando também na retenção de gastos, afinal, o uso da energia elétrica será diminuído.

Considerações finais 

A pauta da sustentabilidade ganhou relevância nos debates entre os stakeholders internacionais, ou seja, debates entre empresas, organizações internacionais e membros da sociedade civil. 

Contudo, a arquitetura solar é um método desenvolvido para mitigar os efeitos negativos do uso excessivo de fontes não renováveis de energia, porquanto, sua aplicação é recomendada tanto para imóveis pessoais quanto para edifícios comerciais.